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BRASIL SERA O CANAL DO INVESTIMENTO INTERNACIONAL POS-CRISE

Posted in ECONOMIA com as tags on Abril 15, 2009 by dell22

diverso7O presidente do BC (Banco Central), Henrique Meirelles, afirmou nesta quarta-feira que o Brasil será um dos principais destinos de investimento de empresas pelo mundo ao fim da crise.

Ele disse que essa entrada de dinheiro permitirá ao país manter o crescimento sustentável que vinha sendo observado antes do agravamento da crise mundial.

“Um grande número de investidores dão indicações de que estão preparados não só pra continuarem seus processos de investimentos no Brasil, em andamento, mas já observam oportunidades de voltarem a investir no Brasil. O país, certamente, será um dos destinos mais importantes de investimento no mundo na saída da crise”, afirmou no Fórum Econômico Mundial para países da Améria Latina.

Para Meirelles, poucos países no mundo são vistos como oportunidades para investidores estrangeiros como é o Brasil.

O presidente do BC avaliou ainda que o movimento de retomada da economia deverá se intensificar no segundo semestre. “Deverá haver uma recuperação importante na economia que dará impulso forte para 2010.”

Sobre a recuperação da economia, Meirelles exaltou hoje a criação de quase 35 mil emprego formais em março, conforme divulgado hoje pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Mesmo admitindo que o nível de criação de vagas está abaixo da média histórica recente, Meirelles ressaltou que os dados apontam para uma direção positiva.

“A criação desses empregos já reforça a sinalização de uma recuperação do crescimento. Isso confirma o que muitos analistas estão prevendo, que o Brasil sairá da crise mais rápido do que a média do mundo.”

China e Brasil lideram a lista de preferência dos invetidores

Posted in ECONOMIA com as tags on Abril 6, 2009 by dell22

amanhecerChina e Brasil lideram a lista de preferência dos fundos de investimento entre os mercados emergentes para os próximos anos, segundo pesquisa da Empea (Associação de Fundos de Investimento para Mercados Emergentes, na sigla em inglês) e da consultoria britânica Coller Capital, divulgada nesta segunda-feira.

A China liderou o ranking pelo segundo ano consecutivo, como o destino mais atrativo para investimentos nos próximos 12 meses. O Brasil, por sua vez, subiu da quarta para a segunda posição, diz a pesquisa.

A Índia ficou em terceiro e a Rússia ficou em nono lugar, ao lado de outros países que formavam o antigo bloco soviético.

A pesquisa ouviu 156 fundos de investimentos; desses, 78% planejam destinar mais recursos para investir em economias emergentes nos próximos cinco anos. Outros 49% informaram ter planos de elevar seus investimentos nesses mercados nos próximos dois anos.

“Os investidores reconhecem que as economias emergentes são as únicas que ainda estão crescendo, e sabem também que, uma vez que os negócios dos fundos de investimentos não estão lastreados em dívidas, o colapso dos mercados financeiros não impedirá seu fluxo”, disse a presidente do Empea, Sarah Alexander.

“LUTO” MORRE GM ( GENERAL MOTORS )

Posted in ECONOMIA com as tags on Abril 5, 2009 by dell22
A GM PODERA PEDIR CONCORDATA

A GM PODERA PEDIR CONCORDATA

A montadora americana GM (General Motors) está preparada para uma declaração de concordata, se for necessário, mas sairá com novo vigor de sua crise, disse neste domingo o novo presidente da companhia apoiado pelo governo, Fritz Henderson.

“Preferimos fazer isto sem recorrer ao processo de quebra”, disse Henderson ao canal NBC, no momento em que o primeiro fabricante americano de carros aplica uma dolorosa reestruturação com o apoio financeiro do governo.

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Entenda a evolução da crise que atinge a economia dos EUA
Entenda como a crise financeira global afeta o Brasil

“Mas seria prudente assegurar que estamos planejando [uma quebra sob controle judicial], se precisar recorrer a isso”, afirmou.

O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, disse que o governo de Barack Obama contempla todas as alternativas para a GM após a substituição semana passada de Rick Wagoner por Henderson por ordem da Casa Branca.

Henderson indicou que também existia a perspectiva de novas demissões e fechamento de fábricas, em momentos em que a GM luta por sobreviver e antecipa que no futuro só fabricará quatro marcas principais.

AGORA E A VEZ DO BRASIL PEDIR O FIM DO DOLAR

Posted in ECONOMIA com as tags on Abril 1, 2009 by dell22

specimen_brazil_fO Brasil não quer continuar dependendo apenas do dólar americano como moeda de referência para suas reservas cambiais e o comércio, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos jornalistas no trem que o levou de Paris a Londres, onde participará da reunião do G20 (grupo dos países ricos e principais emergentes) que começa amanhã.

“Me interessa que tenhamos mais de uma moeda de referência e que não continuemos dependendo apenas do dólar”, afirmou Lula, consultado sobre a posição da China.

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O governo chinês pediu recentemente que se adote uma nova moeda de reserva internacional para substituir do dólar, estabilizar o clima monetário mundial e proteger suas gigantescas reservas cambiais.

Lula disse que vai esperar para ver a proposta do presidente chinês Hu Jintao a respeito disso na cúpula do G20. Ele deu como exemplo os acordos que o Brasil fez com a Argentina para realizar intercâmbios comerciais em moeda local.

Além disso, Lula afirmou que o Brasil está disposto a reforçar o FMI (Fundo Monetário Internacional). “Se for necessário dar dinheiro (ao FMI) e se isso não diminuir nossas reservas, não vemos problema algum”, disse.

Consultado sobre a nova linha de crédito de US$ 47 bilhões que o México solicitará ao Fundo, o presidente esclareceu que o “Brasil não precisa [de uma linha de crédito do FMI] porque tem reservas suficientes.”

O ministro da Fazenda Guido Mantega, que acompanha Lula, declarou que é preciso discutir ainda a quem o FMI emprestará dinheiro e sob que condições o Brasil concederá esses fundos. O Brasil acha que esses recursos devem ser concedidos preferencialmente aos países emergentes.

INDUSTRIA BRASILEIRA BATE MAIS UM RECORDE

Posted in ECONOMIA com as tags on Abril 1, 2009 by dell22
CREISE! ONDE? NAO NO BRASIL.

CREISE! ONDE? NAO NO BRASIL.

O recorde de vendas de veículos obtido pela indústria automotiva brasileira em março – o número final deve ficar entre 240 mil e 250 mil unidades – reduziu os estoques nos pátios das montadoras e pode provocar a falta de veículos nas concessionárias em abril, aumentando a fila de espera pelo carro novo, caso os fabricantes não aumentem a produção.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, até a sexta-feira passada o setor havia vendido 240 mil veículos, o que já supera os resultados de janeiro (189.729) e fevereiro (191.343) deste ano e também de março do ano passado (220.991).
 
Os balanços de vendas e de produção devem ser divulgados nos próximos dias pela Fenabrave (que representa os distribuidores) e Anfavea (fabricantes de automóveis).

Para o jornal Valor Econômico, o primeiro trimestre deste ano deverá superar também os primeiros três meses de 2008. A previsão é que o setor feche o período com um total de 653 mil veículos vendidos, contra 647,9 mil unidades em 2008.

2020 70% DA ECONOMIA MUNDIAL ESTARA NAS MAOS DO BRASIL, RUSSIA, INDIA E CHINA

Posted in ECONOMIA com as tags on Março 31, 2009 by dell22

12384433789311A crise econômica global não impedirá que os países do grupo dos BRIC estejam entre as maiores economias do mundo, segundo afirma o próprio autor do conceito dos BRICs, Jim O’Neill, economista-chefe do banco de investimentos Goldman Sachs.

Para ele, a crise pode até mesmo acelerar as mudanças na economia global que garantirão a Brasil, Rússia, Índia e China ocupar um lugar de destaque entre as potências mundiais já em 2020.

Em entrevista exclusiva à BBC Brasil, O’Neill afirma que em 2020 a China, por exemplo, poderá estar próxima de disputar com os Estados Unidos o posto de maior economia do mundo. Segundo ele, os demais países dos BRIC s poderão ter economias de tamanho equivalente à de países como Alemanha, França ou Reino Unido.

Para O’Neill, até 2020 a grande massa de consumo do mundo estará nas economias dos BRICs.

O’Neill afirma ainda que as previsões que fez em 2001 sobre o crescimento da economia dos países do grupo eram conservadoras e por isso não são afetadas por um eventual período de baixo crescimento, como o atual:

“Nós assumimos que os países BRICs teriam ciclos econômicos, e isso é o que acontece agora. Então, nossa projeção de longo prazo não é afetada de nenhuma maneira”, diz.

Leia abaixo a íntegra da entrevista que O’Neill concedeu à BBC Brasil em Londres:
BBC Brasil: Como a crise global está afetando os BRICs?

Jim O’Neill: A crise é tão grave que está afetando negativamente todo mundo, incluindo os BRICs. Mas entre os BRICs temos que olhar especificamente para cada um, porque os aspectos da crise são diferentes.

Para resumir de maneira simples, quase sem dúvida a Rússia vai sofrer mais, e o Brasil em seguida, por serem produtores de commodities. A China parece estar lidando melhor com a crise, apesar do fato de ser um grande exportador. E a Índia está um pouco atrás. Então, a China parece estar na situação menos grave e a Rússia na mais grave.

BBC Brasil: A crise altera em algo sua previsão inicial de que os quatro países devem se tornar até 2050 economias-chave e juntos ultrapassarem em tamanho o atual G-7?

O’Neill: De maneira nenhuma. Acho interessante que me perguntem tanto sobre isso. Se você olhar com cuidado para as projeções que usamos em 2003 e depois para as atualizações que fizemos depois disso, verão que elas eram muito conservadoras.

Por exemplo, partimos da premissa que no longo prazo a China cresceria 5,8%, e até essa crise a China vinha crescendo o dobro disso. Mesmo com a crise, o consenso sobre o crescimento da China para este ano é de 7%.

Nós estimamos que os países BRICs teriam ciclos econômicos, e isso é o que acontece agora. Então, nossa projeção de longo prazo não é afetada de nenhuma maneira.

Na verdade, creio que se a China já estiver mesmo começando a se recuperar do impacto da crise, pode ser que a crise acelere a velocidade da mudança na economia mundial.

BBC Brasil: Como o senhor vê os BRICs em 2020?

O’Neill: A China já ultrapassou a Alemanha e se tornou a terceira maior economia do mundo, curiosamente no momento exato em que havíamos previsto que isso aconteceria. A grande questão é se na próxima década (a China) vai ultrapassar o Japão e o quão perto vai estar dos Estados Unidos, em 2020. Poderá estar bem perto.

A grande questão para os outros três países será o quanto estarão perto, em 2020, das principais economias européias. Acho que é bem possível que estejam próximos.

Cada um tem algo em seu favor.

A Índia tem essa enorme vantagem demográfica. O Brasil, como tem sido demonstrado por esta crise, conta com uma estrutura macroeconômica que fornece uma ótima base em termos de política econômica. A Rússia é a que parece mais vulnerável, devido à sua excessiva dependência de energia e à ausência de mudanças, ou de qualquer prova de mudanças internas.

Acho que para 2020, a questão para os três países é saber se o tamanho de suas economias vai estar próximo das de Alemanha, França ou Reino Unido. E para a China se estará próxima dos EUA.

BBC Brasil: Estes países precisarão de reformas para chegar a 2020 nessas condições ou podem continuar com seus atuais modelos de desenvolvimento?

O’Neill: Acho que isso precisa ser analisado individualmente.

Acho que o Brasil é possivelmente o que está mais bem posicionado, em termos de mudanças necessárias para cumprir as previsões que fizemos para 2050, ou para o que eu disse sobre 2020. O Brasil tem em muitos sentidos mais atributos de um país desenvolvido em termos de suas políticas e de sua sociedade. Provavelmente o que tem de fazer é tirar o governo do caminho e deixar o setor privado fazer mais.

A Índia precisa parar de pensar que simplesmente merece ser um grande país só porque tem uma população grande, ou porque alguém como eu sonhou com esta sigla BRICs. A Índia precisa continuar com as mudanças, melhorar a eficiência de seu governo, tanto nos Estados quando no nível federal. E quanto mais tempo levar para isso acontecer, mais difícil será para conseguir cumprir as projeções.

A China tem a questão do regime de partido único, mas curiosamente, eu diria, de maneira provocativa, que a emergência desta crise mostrou que (o regime de partido único) parece permitir à China lidar com muitos dessas questões complexas de maneira mais fácil do que muitas democracias. Acho que em algum ponto no futuro a China terá que mudar, mas não estou seguro de que o sistema chinês imponha qualquer limitação no que se refere à economia.

E, finalmente, a Rússia terá que mudar. Esta crise demonstrou que a Rússia é de longe muito dependente de um grande produto, que é o petróleo. A Rússia precisa se afastar disso.

BBC Brasil: O senhor afirmou que a China precisa resolver a questão do regime de partido único. O senhor acredita que exista uma relação entre os sistemas políticos desses quatro países e sua capacidade de crescimento?

O’Neill: Desde o início eu disse que era muito duvidosa a idéia de que a China não poderia atingir nossas previsões sem mudar radicalmente seu sistema político. Se você observar, na metade de 2009, sete anos após eu ter criado o termo BRICs, verá que a China tem conseguido lidar muito bem com muitos choques que a acometeram.

Então, apesar de muitos de nós no Ocidente não gostarem do sistema político da China, não está claro para mim que a população chinesa não esteja feliz com ele. É uma coisa muito polêmica de se dizer, mas os chineses parecem capazes de manter esse sistema e manter um caminho de desenvolvimento com o qual a maioria parece estar satisfeita.

Estou seguro de que isso não vai ser assim para sempre, mas se considerarmos 2020, é perigoso esperar que aconteçam grandes mudanças, ou que exista necessidade de grandes mudanças.

BBC Brasil: O senhor acha que a democracia está atrasando o desenvolvimento do Brasil ou da Índia?

O’Neill: Se você comparar o modelo da China ao da Índia e observar que a China tem crescido nos últimos 20 anos mais do que a Índia, apesar de a demografia da Índia ser muito mais favorável, verá claramente que há algo na China mais bem sucedido do que na Índia.

Apesar de a democracia indiana ser uma coisa maravilhosa, que todos amamos e da qual os indianos têm tanto orgulho, suspeito que ela não funcione muito bem em termos de mudanças de política econômica. A Índia precisa manter sua democracia, mas também precisa encontrar uma maneira para fazer com que ela funcione de forma mais eficiente. É quase como se em determinados momentos a democracia indiana sufocasse a Índia.

Eu comumente brinco com autoridades indianas sobre esta eleição que está a caminho. Digo que enquanto eles estiveram esperando a vinda dessa eleição, ao longo de um ano ou mais, a China efetivamente produziu o equivalente a meia Índia.

Então, a menos que eles consigam sair desta eleição com um sistema de governo mais eficiente, vai haver cada vez mais sinais de que a democracia indiana é de fato boa demais, porque efetivamente impede a tomada de decisões.

Não acho que poderíamos dizer o mesmo sobre o Brasil, mas se olharmos a China e a Índia, há contrastes muito interessantes sobre sua forma de governo e sobre sua capacidade de crescer.
BBC Brasil: Os países do BRIC podem ser o motor da recuperação e do crescimento da economia mundial no futuro próximo?

O’Neill: Acho que se olharmos o que vem acontecendo nos últimos seis meses veremos que há uma grande desaceleração em todo lugar. Mas se olharmos as contribuições para o consumo global, veremos que os BRICs foram as únicas economias significativas que fizeram uma contribuição positiva.

Meu grupo tem analisado dados que mostram que o chamado descolamento entre os Estados Unidos e as economias dos BRIC está ocorrendo. O consumo nos Estados Unidos ficou negativo, muito negativo, mas ainda há crescimento no consumo na maioria dos BRICs.

De acordo com dados de fevereiro, o consumo na China, a economia mais importante do grupo, está crescendo em termos reais em 15,5% ao ano. Então há uma contribuição significativa (da China) para o crescimento do resto do mundo.

E acho que isso vai crescer conforme chegarmos mais próximos a 2020. Vai se tornar claro, quando entrarmos na próxima década, que a grande massa de consumo no mundo estará nas economias BRICs.

BBC Brasil: Uma questão em comum entre os quatro países é a grande disparidade entre ricos e pobres. É possível ter um alto nível de crescimento e ao mesmo tempo distribuir renda?

O’Neill: Eu também questiono alguns aspectos dessa tese. Se você observar o que aconteceu na China ao longo da última década, ou um pouco mais, verá que eles provavelmente tiraram da pobreza 400 milhões de pessoas.

Então, enquanto na China há um pequeno grupo de pessoas que se tornaram incrivelmente ricas, há sinais de que vimos – pela primeira vez no mundo em décadas – uma queda de fato na diferença entre renda e pobreza.

A Índia tem evidências semelhantes, apesar de menos que a China.

E como o presidente Lula disse sobre o Brasil recentemente, num artigo no Financial Times, há sinais disso por lá também. Isso é muito interessante, porque a percepção comum é de que as diferenças de renda estão aumentando. Mas particularmente na China essa percepção não é verdadeira.

BBC Brasil: No último ano houve alguns sinais da possível formação de um grupo político unindo os quatro países BRICs, com uma reunião ministerial realizada em 2008 e uma possível reunião de cúpula ainda em 2009. A formação de um grupo político como esse ajudaria no crescimento econômico desses países?

O’Neill: Para mim, como criador da sigla, seria fantástico vê-los como um grupo político. Mas de uma perspectiva global, o que é realmente importante é que as economias dos BRICs sejam mais bem representadas na liderança do FMI, no Banco Mundial, e que o G-20 (no qual os quatro países estão representados) se torne o principal ponto focal de decisões políticas e econômicas do mundo, em vez de somente o G-7 ou o G-8.

Acho que se eles não forem inseridos na melhor estrutura possível para tomada de decisões, então se reunirão mais e mais formando seu próprio clube.

Acredito que a reunião de cúpula do G-20 em Londres vai definir uma nova era, na qual esses países estarão no centro das decisões que estão sendo tomadas sobre o mundo. Acho que é um progresso fantástico.

CHINA PEDE O FIM DO DOLAR

Posted in ECONOMIA com as tags on Março 24, 2009 by dell22
FIM DO DOLAR! ISSO SIM PREOCUPA OS ESTADOS UNIDOS

FIM DO DOLAR! ISSO SIM PREOCUPA OS ESTADOS UNIDOS

O presidente do Banco Popular da China (BC do país), Zhou Xiaochuan, propôs a criação de uma moeda de reserva como parte da reforma no sistema monetário global, informou hoje a agência oficial de notícias local Xinhua.

O objetivo do sistema monetário internacional é “criar uma moeda de reserva internacional que não esteja relacionada com países individuais e possa permanecer estável a longo prazo”, explicou Xiaochuan.

Segundo ele, os papéis conhecidos como SDR (Direito Especial de Saques, na sigla em inglês) do FMI (Fundo Monetário Internacional) têm potencial para atuar como uma moeda de reserva supranacional. “A crise financeira é uma prova das deficiências inerentes do sistema monetário atual”, afirmou.

Por outro lado, o presidente do BC chinês admitiu que a criação de uma nova divisa é um objetivo a longo prazo que requer avaliação e coragem por parte dos líderes de Estado de vários países. “A curto prazo se trata de vigiar, avaliar e advertir os mecanismos que devem ser reforçados para fazer frente aos riscos do sistema atual”, afirmou.

“O monitoramento, avaliação e mecanismo de advertência avançada devem ser fortalecidos em curto prazo contra os riscos do sistema, já que a comunidade internacional, especialmente o FMI, conhece tais riscos”, acrescentou o presidente do banco.

Na semana passada, a Rússia fez um pedido semelhante para a introdução de uma moeda alternativa de reserva, que será a proposta russa para a reforma desse sistema na cúpula em Londres.

Preocupação com investimentos

No último dia 13, o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, disse que o governo do país está preocupado com o dinheiro que emprestou aos Estados Unidos, devido ao impacto da crise financeira mundial. “Já emprestamos muito dinheiro aos Estados Unidos. É claro que estamos preocupados com a segurança de nossos ativos”, disse então o primeiro-ministro. “Para ser sincero, estou um pouco preocupado. Quero pedir aos Estados Unidos que cumpram sua palavra e seus compromissos, preservando a segurança dos ativos chineses.”

No mesmo dia, o presidente do Conselho Econômico Nacional dos EUA, Lawrence Summers, disse que o governo americano é um “zeloso guardião do dinheiro investido”. “Existe um compromisso, que o presidente deixou bem claro, de que precisamos ser zelosos guardiães do dinheiro que investimos”, disse Summers.

Ontem, no entanto, o o vice-presidente do banco central chinês, Hu Xiaolian, disse que a China vai prosseguir comprando bônus do Tesouro americano, dos quais o país já é o maior proprietário estrangeiro. “O investimento em bônus do Tesouro americano é um elemento importante da estratégia de investimentos da China e continuaremos com essa prática”, declarou Xiaolian.

Na semana passada, o Departamento do Tesouro dos EUA informou que a China lidera o ranking de detentores estrangeiros dos títulos do governo dos Estados Unidos, com US$ 739,6 bilhões. O país assumiu a ponta em setembro do ano passado, no auge da crise financeira global, quando ultrapassou o Japão.

POLITICA PROTECIONISTA DE OBAMA, TRAVA A ECONOMIA DOS USA

Posted in ECONOMIA com as tags on Março 9, 2009 by dell22
QUEM ESTA MORTO, TEM QUE SER ENTERRADO

QUEM ESTA MORTO, TEM QUE SER ENTERRADO

Os senadores republicanos John McCain e Richard Shelby disseram neste domingo que o governo do presidente Barack Obama deveria permitir que alguns dos grandes bancos americanos e a montadora General Motors declarassem falência.

Shelby, que faz parte da Comissão Bancária do Senado, afirmou à rede de televisão “ABC” que o governo deveria deixar os bancos fecharem.

“Permitam que parem de fazer negócios”, ressaltou o republicano. “Se estão mortos, é preciso enterrá-los”, acrescentou.

O senador pelo Alabama não disse quais bancos deveriam fechar, mas sugeriu que o Citigroup fosse incluído na lista, ao dizer que sempre tinha sido “problemático”.

Bancos ineficientes

McCain, que perdeu as eleições presidenciais para Obama em novembro do ano passado, também defendeu o fechamento de bancos ineficientes em declarações ao canal de televisão “Fox News”.

O senador acusou o Departamento do Tesouro de evitar a “difícil decisão” de permitir que “esses bancos fracassem”, mas não citou nomes concretos.

Sobre a GM, McCain disse que a falência seria a melhor coisa que poderia acontecer com a montadora, que poderia, dessa forma, emergir “mais forte, melhor e em uma versão mais reduzida”.

Já Shelby afirmou que o governo deveria deixar de injetar fundos na empresa. “Os subsídios durante muito tempo nunca funcionam”, criticou.

“Chrysler, Ford e GM estão em sérios problemas. Sugiro que recorram às leis de proteção por falência, é o que lhes cabe”, destacou.

MITSUBISH SERA BRASILRIRA

Posted in ECONOMIA com as tags on Fevereiro 26, 2009 by dell22

A fabricante japonesa de veículos Mitsubishi transferira toda  sua produção para o Brasil, para reduzir o impacto do fortalecimento do iene em seus custos de produção, segundo informou o jornal econômico “Nikkei”.

O objetivo da Mitsubishi é instalar no Brasil sua base de exportação para toda América Latina, principalmente pelo fato de as exportações brasileiras contarem com tarifas privilegiadas na região graças ao Mercosul e ao pacto comercial brasileiro com o México.

A Mitsubishi planeja transferir no ano fiscal de 2009, que começa em abril, toda

isso e so o inicio. A potencia sulamericana acordou!

isso e so o inicio. A potencia sulamericana acordou!

 sua produção nacional de veículos à fabricante MMC Automotores, que representa a empresa japonesa no Brasil. A unidade de produção fica na cidade de Catalão (GO).

A fabricante japonesa ainda vai decidir que modelos fabricará no Brasil. O utilitário esportivo Pajero é um dos mais cotados para ser o primeiro candidato. O veículo é um dos mais vendido da marca no mercado brasileiro ao lado da picape L200. Só em janeiro, a Mitsubishi vendeu 2.635 veículos –entre automóveis e comerciais leves.

A companhia planeja ainda aumentar sua produção no Brasil de maneira progressiva, até chegar aos 50 mil veículos anuais, empregando chassi, motores e outras autopeças fabricadas no Japão.

Rali

Em janeiro deste ano, a maior vencedora do rali Dacar anunciou que não vai mais participar de nenhuma competição de rali para cortar seus custos e tentar sobreviver à crise econômica mundial. A Mitsubishi possui 12 títulos nas 30 edições do rali.

“A rápida deterioração da economia global fez com que se tornasse necessário para nossa empresa focar seus recursos de uma maneira mais restrita”, informou a empresa em comunicado.

Assim como grande parte das montadoras de automóveis, a Mitsubishi sofreu uma enorme queda em suas vendas nos últimos meses e espera completar o período 2008-2009 (de abril a março) com perdas estimadas em 500 milhões de euros, o que equivale a cerca de R$ 1,5 bilhão.

É a primeira vez nos últimos três anos que a fábrica japonesa registra perda anual –a projeção inicial era de que a Mitsubishi fosse lucrar no período.

Preços de casas nos EUA têm queda recorde

Posted in ECONOMIA com as tags on Fevereiro 24, 2009 by dell22
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